O futuro projetado pelo desenho animado Os Jetsons parece ter chegado. Rosie, a empregada robô que tinha sentimentos, começa a ganhar sua versão real. Quem imaginaria em 1962, quando a série animada foi lançada, que um robô conseguiria interpretar um ser humano? Pois se não imaginamos, a IBM já deu vida ao Watson, nome do supercomputador que tem Inteligência Artificial.

Sempre foi um sonho da humanidade dar vida própria as máquinas e a Inteligência Artificial está aí para provar que é possível. Os estudos mostram que em pouco tempo será tão popular quanto celulares.

Antes de falarmos mais sobre Inteligência Artificial e consumidores, vamos entender o que realmente é Inteligência Artificial. Trata-se de um campo de estudo que tem como objetivo desenvolver máquinas que tenham a capacidade de reproduzir o racional de um ser humano. Sim, estamos falando de máquinas como a Rosie, a robô dos Jetsons.

A Inteligência Artificial ainda não chegou ao nosso dia a dia, mas já temos muitas empresas buscando tecnologias para transformar a experiência do consumidor. Aqui falamos mais de pensamentos disruptivos do que de Inteligência Artificial. O fato é que a combinação de algoritmos e o estudo de Big Data, onde há o cruzamento de comportamentos dos consumidores, tornam possível criar programações que surpreendam os clientes.

Os chatbots são a grande tendência do momento. Tratam-se de programações onde as máquinas auxiliam seres humanos em diversas tarefas, como a pesquisa. Nesse sentido, muitas empresas já possuem o famoso chatbot, que “responde” a perguntas dos consumidores.

Mesmo que a pessoa tecle com a máquina, ainda não podemos chamar de Inteligência Artificial esse tipo de tecnologia, mas já nos dá algumas experiências de interação com a máquina. Ano passado, assisti a uma palestra do Facebook sobre a nova experiência com os chatbots.

Confesso que ainda não conhecia a tecnologia e fiquei curiosa. Durante o evento, eles mostraram o exemplo do cantor Luan Santana que usa a ferramenta em seu Facebook para interagir com os fãs. Apesar de programado, a experiência foi bastante interessante.

Quando o fã entra no Messenger da página do cantor, ele possui a opção de receber atualizações e passa a interagir com a página, recebendo em primeira mão as novidades do cantor. Veja aqui como funciona:
https://www.facebook.com/luansantana/

Menos de um ano depois, a experiência com esse tipo de tecnologia que te responde por meio de perguntas pré-programadas é comum, mas confesso que naquele momento fiquei bastante encantada ao ver o mundo de possibilidades que um chatbot te permite.

Se alguns estudiosos dizem que estamos vivendo na era da Informação devido ao volume de informações a que somos impactados todos os dias, ouso dizer que chegamos a era da Interação, onde o meio é a mensagem. Já dizia o estudioso Marshall McLuhan, que é o meio que proporciona o impacto de uma informação e as redes sociais estão aí para provar que é a mais pura verdade.

Qualquer empresa que queira comunicar algo precisa estabelecer canais cada vez mais interativos e inteligentes, que surpreendam o cliente. Para isso, a tecnologia surge como grande aliada e com certeza, a comunicação inteligente entre seres humanos e máquinas será cada vez mais forte.

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